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O trabalho foi realizado entre os dias 12 e 16 de janeiro e teve como objetivo analisar o índice de infestação do Aedes aegypti (transmissor da dengue) e Aedes albopictus (transmissor da febre chikungunya) geral do município e por região. No primeiro LIRAa do ano, foram visitados 2.230 imóveis, dos quais, em 50 deles foram encontrados larvas do mosquito. Ainda de acordo com o levantamento, 45% dos focos de dengue foram encontrados em depósitos ao nível do solo (barril, tambor, pingadeiras, bebedouros, etc.) 25% dentro das casas, em vasos de plantas entre outros. Segundo o Coordenador de Endemias do Centro de Controle de Zoonoses, Domingos Ribeiro, algumas áreas estão sem cobertura por déficit de agentes e isso contribui para o aumento do índice. "O CCZ realizará ações para diminuir os números e afastar os perigos do mosquito do município. Pedimos à população a colaboração que entre em contato com agente de sua área ou com a secretaria de saúde e colabore com o trabalho de combate a dengue" alertou o coordenador.
Fonte: Direto da redação do NOCA/Mano Santos
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