Bandeira Tarifária

Conta de luz voltará a subir pela 2ª vez
A conta de luz deve subir pela segunda vez somente este ano. Desde o início de janeiro, o brasileiro começou a pagar R$ 3 a mais a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido. Agora, a bandeira tarifária pode elevar em média esse acréscimo para R$ 9 nas diferentes faixas de consumo. O reajuste nas bandeiras tarifárias será analisado nesta sexta-feira (06), pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O motivo desse reajuste é a estiagem que tem contribuído para o baixíssimo nível dos reservatórios na maior parte do País. O novo aumento na fatura da conta de luz do brasileiro já deve ser cobrado no mês de março, caso a situação das hidrelétricas continue caóticos. Veja como ficará o novo reajuste na conta de luz Bandeira Vermelha Para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido, o acréscimo na conta passará dos atuais R$ 3 para R$ 5. Bandeira Amarela Para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido, acréscimo na conta passará dos atuais R$ 1,50 para R$ 2,50 Em janeiro e fevereiro, está em vigor no País a bandeira vermelha, por causa da necessidade de acionamento pleno das usinas térmicas, que são bem mais caras que as hidrelétricas. Esses valores consideram que o consumo médio do brasileiro é de 163 kWh por residência, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), e que a tarifa média do consumidor residencial, de acordo com a Aneel, é de R$ 400 por megawatt-hora (MWh). COMO FUNCIONA A BANDEIRA TARIFÁRIA O sistema prevê três cores de bandeira: verde (geração de energia encontra-se normal), amarela (geração menos favorável) e vermelha (nível mais custoso de geração). A cada mês, o consumidor é avisado pelo Governo, por meio da Aneel, da bandeira vigente. Sendo verde, a tarifa não sofre nenhum acréscimo; Quando for amarela ou vermelha, o custo é maior.
Fonte: Direto da redação do NOCA/Mano Santos
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