Prefeito Léo Coutinho Vai 'Torrar' R$ 4 Milhões De Reais Em Publicidade, Enquanto Caxienses 'Penam' Em Longas Filas Pelo Agendamento De Consultas


O paralelo de desigualdade


Mais uma vez a cidade de Caxias é palco de uma das maiores demonstrações de poder e luxúria por parte do grupo dominante, sem piedade e muito menos consciência, a prefeitura vai ‘torrar’ os incríveis R$ 4 milhões de reais em publicidade.

Sendo uma das licitações de publicidade mais altas já fechadas na história do estado entre o 1° escalão e uma prefeitura, a cifra milionária assusta até a classe mais bem paga de publicitários e especialistas do ramo, que com certeza se pudessem opinar, despejariam críticas no desperdício terrível e escancarado de dinheiro executado por meio da licitação.

O contrato de licitação por meio da modalidade concorrência feito no dia 30/06/2015 n° 004 - como apresentada na imagem abaixo consultada pelo titular do blog no site do TCE/MA (Tribunal de Contas do Estado), representa quase 20% do ganho anual do maior publicitário da atualidade, o francês Maurice Levy, da CEO Publicis, que encabeça a lista mundial com remuneração estimada em R$ 26,180,697 de reais, é mole o quer mais??? 


A licitação que causa inveja e 'ciumeira’ aos salários dos profissionais mais renomados da área, por outro ângulo também desperta a revolta e insatisfação por parte dos caxienses a figura de Léo Coutinho.

Na política pública paralela de desigualdade e ao mesmo tempo de demonstração de poder e ostentação, o prefeito e sua equipe bem paga pelos cofres públicos, vão torrar milhões em outdoors, panfletos, aquisição de marqueteiros, rádios e todo meio de comunicação que possa pregar uma falsa administração dos sonhos, gastos exorbitantes esses que se encaminham a duas finalidades: desfragmentar a impopularidade do gestor e quem sabe garantir sua reeleição em 2016.

Mas nesse ‘bazar’ de licitações milionárias e desperdício de dinheiro público, eis que surge o lado de escuro e sofrido de Caxias.

A imagem abaixo enviada ao blog retrata uma desgostosa e consternada realidade; a de que o interesse em requintar a imagem publicitária é mais importante do que a resolução de problemas relevantes da saúde. 


Imagem enviada por Rony Uchôa
O retrato expõe a realidade de quem madruga durante semanas em busca do agendamento de uma consulta, expostos(a) ao relento e ao perigo, comovem até o coração mais duro, menos a consciência de quem controla a máquina pública.

No “torra torra publicitário” - pago pelo cofres públicos  e que é mantido pelo suor de nossos impostos, se da bem apenas meia dúzia de famílias políticas que enriquecem de forma devastadora ano a ano, aumentando a lista de bens e imóveis.

Já a classe menos favorecida (povo), míngua em filas de postos de saúde na busca de um simples agendamento de consulta, que em alguns casos, levam meses para serem executados. 

O povo não quer panfleto e outdoor, o povo quer dias melhores...


Fonte e Redação: Atila Uchôa

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