Centrais sindicais são contrárias à proposta que altera 106 artigos da CLT.
Eles também protestaram pela saída do presidente interino Michel Temer.
Movimentos sindicais realizaram um protesto na manhã desta terça-feira (16), na Avenida Daniel de la Touche, no bairro Cohama em São Luís. Eles se manifestaram contra a parecer que altera os direitos trabalhistas, proposto pelo presidente em exercício Michel Temer.
O grupo realizou distribuição de panfletos na avenida e, por alguns minutos, bloquearam uma alça da via, impedindo o trânsito de veículos no local. O protesto foi organizado por movimentos sindicais.
O grupo realizou distribuição de panfletos na avenida e, por alguns minutos, bloquearam uma alça da via, impedindo o trânsito de veículos no local. O protesto foi organizado por movimentos sindicais.
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Segundo as centrais sindicais, a proposta que altera 106 artigos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) tem o apoio da Confederação Nacional das Indústrias (CNI). “A indústria é a que mais está puxando a retirada dos direitos dos trabalhadores e nós, como somos contrários a isso, resolvemos realizar esse protesto”, explicou a presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
“Pela nova reforma trabalhista, reduzir salários, acabar com o décimo terceiro, aumentar a carga horária de oito para 14 horas. Isso é muito prejudicial para a classe trabalhadora e nós não vamos permitir que seja feito um desmonte de todas as conquistas dos trabalhadores”, declarou o presidente das Força Sindical/MA, Frazão Oliveira.
Em nota, a FIEMA e a CNI afirmam que as aspirações do setor produtivo não significam, de modo algum, ataque aos direitos do trabalhador ou retrocessos nas conquistas sociais do Brasil.
“Pela nova reforma trabalhista, reduzir salários, acabar com o décimo terceiro, aumentar a carga horária de oito para 14 horas. Isso é muito prejudicial para a classe trabalhadora e nós não vamos permitir que seja feito um desmonte de todas as conquistas dos trabalhadores”, declarou o presidente das Força Sindical/MA, Frazão Oliveira.
Em nota, a FIEMA e a CNI afirmam que as aspirações do setor produtivo não significam, de modo algum, ataque aos direitos do trabalhador ou retrocessos nas conquistas sociais do Brasil.
Fonte: G1 Ma